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sábado, 5 de abril de 2014
segunda-feira, 31 de março de 2014
sábado, 22 de março de 2014
Video - Ensino auto-administração injecções pré carregadas via sub-cutânea
Técnica de injecção subcutânea:
1.Antes de administrar, por exemplo enoxaparina sódica, confira a embalagem com a prescrição do médico.
2.A seringa já está pronta para uso. Observe que existe uma pequena bolha de gás dentro da seringa. Este gás é inerte e não se deve retirar esta bolha de gás da seringa..
3.Deverá ser administrado, de preferência, com o paciente deitado.
4.O local ideal para a injecção subcutânea é no tecido celular subcutâneo do abdómen (cintura), alternando-se, a cada aplicação, o lado direito com o esquerdo.
5.Deve-se proceder a limpeza do local da aplicação com algodão hidrófilo ou gaze embebidos em anti-séptico (álcool 70%, por exemplo). A injecção subcutânea consiste na introdução da agulha verticalmente em todo o seu comprimento, na espessura de uma prega cutânea feita entre os dedos polegar e indicador.
6. Injectar lentamente o conteúdo da seringa.
7.Mantenha esta prega cutânea até o final da injecção.
8.Ao final, faça discreta compressão local sem massajar.
Fonte: http://www.google.pt/imgres?imgurl=http ... s%3Disch:1
quarta-feira, 12 de março de 2014
terça-feira, 11 de março de 2014
domingo, 9 de março de 2014
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
domingo, 16 de fevereiro de 2014
sábado, 15 de fevereiro de 2014
Preparação do Doente Cirúrgico
“O Ser Humano, quando afectado por uma enfermidade,
torna-se vulnerável, razão pela qual merece ser olhado com muito respeito. É um
doente, e não uma máquina a ser reparada ou um objecto a ser
reconstituído”
“Ele (Ser Humano) está
circunstancialmente afectado pela doença, ameaçado,
às vezes de invalidez e morte. Isto faz surgir um sentimento de insegurança,
solidão, medo e desamparo, levando-o a procurar na Equipa de Saúde não apenas a
sua cura, mas também segurança, afecto e
solidariedade.”
(Silva e Nakata, 2005)
Cirurgia=Desconhecido=Ameaça
-…de morte
-…de perda de capacidades
-…de perda de funções
(Ex: de papel parental)
-…de perda de controlo
-…de perda de capacidade
de sustento
-…de dor
Cirurgia= Ansiedade
A forma como cada um
encara uma cirurgia depende de inúmeros factores:
-Do tipo de doença
/cirurgia
-De experiências prévias
(próprias, de familiares ou conhecidos)
-Do estado físico do
doente (co-morbilidades, medicação habitual…)
-Do estado psicológico e
mental do doente (ansiedade, depressão, fobias, psicoses..)
-Da idade
-Das expectativas /
esperanças em relação à cirurgia
-Das características sócio-económicas e culturais do doente /
família
-Do conhecimento relativo
ao momento pré e peri-operatório
É, então, fulcral…a relação do doente / família com a Equipa de Saúde!
Assim, não basta seguir
protocolos. Deve haver equilíbrio entre as rotinas inerentes a cada serviço e a
cada cirurgia e a individualidade de cada pessoa que vai ser operada.
Cuidados de enfermagem
comuns:
-Medicação pré-anestésica
-Anamnese (incluindo alergias)
-Avaliação de sinais
vitais
-Tricotomia
-Banho
-Remoção de próteses e ortoteses
-Remoção de verniz
-Remoção de jóias
-Retirada de roupa
interior / utilização de bata cirúrgica
-Jejum
-Preparação GI
-Colocação de cateteres
(acesso venoso, algália, SNG…)
-Transporte até
ao BO
“É imprescindível
associar, ao exercício profissional, a tecnologia e o conhecimento da
personalidade do paciente, mantendo a assistência digna a quem tem sentimentos
e racionalidade, e não a um amontoado de sinais, sintomas e reacções.” (Zen e Brutscher, 1986)
“Para que consigamos
humanizar o atendimento de enfermagem, é preciso que a equipa seja
consciencializada e preparada para fazer a diferença no cuidado, passando a
entender o paciente de forma humana.”
(Bedin, Ribeiro e Barreto,
2005)
“Um bom relacionamento
entre enfermeiro e paciente reduz o impacto da cirurgia e as possibilidades de
complicações, além de promover uma adaptação mais rápida…” (Teixeira, 1994)
Sistematização da
Assistência de Enfermagem Peri-operatória (Brasil, 2000)
-Não é considerada um
protocolo ou norma, mas uma forma de atendimento integral e individualizado ao
doente cirúrgico
-5 etapas:
-Identificação do doente
e colheita de dados
-Visita pré-operatória
-Implementação dos
cuidados de enfermagem durante o acto cirúrgico
-Implementação dos
cuidados de enfermagem na unidade de recuperação pós-anestésica
-Visita pós-operatória
Simples de aplicar,
adapta-se às necessidades de cada indivíduo, direcciona a prática
Aproxima enfermeiro,
doente e família
sábado, 11 de janeiro de 2014
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