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sábado, 22 de março de 2014

Video - Ensino auto-administração injecções pré carregadas via sub-cutânea




Técnica de injecção subcutânea:


1.Antes de administrar, por exemplo enoxaparina sódica, confira a embalagem com a prescrição do médico.


2.A seringa já está pronta para uso. Observe que existe uma pequena bolha de gás dentro da seringa. Este gás é inerte e não se deve retirar esta bolha de gás da seringa..


3.Deverá ser administrado, de preferência, com o paciente deitado.


4.O local ideal para a injecção subcutânea é no tecido celular subcutâneo do abdómen (cintura), alternando-se, a cada aplicação, o lado direito com o esquerdo.


5.Deve-se proceder a limpeza do local da aplicação com algodão hidrófilo ou gaze embebidos em anti-séptico (álcool 70%, por exemplo). A injecção subcutânea consiste na introdução da agulha verticalmente em todo o seu comprimento, na espessura de uma prega cutânea feita entre os dedos polegar e indicador.


6. Injectar lentamente o conteúdo da seringa.


7.Mantenha esta prega cutânea até o final da injecção.


8.Ao final, faça discreta compressão local sem massaja
r.

Fonte: http://www.google.pt/imgres?imgurl=http ... s%3Disch:1

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Artrose, Coxartrose e Artroplastia da Anca

TA-Artrose,Coxatrose,Artroplastia Da Anca by Eduardo Bernardino

Cuidados de Enfermagem ao doente submetido a cirurgia da coluna

Cirurgia Da Coluna 2009 by Eduardo Bernardino

Cuidados de Enfermagem em Ortopedia e Traumatologia

Protocolo Hidroterapêutico para fracturas fémur na 3ª idade

Hidroterapia Para Fracturas Femur by Eduardo Bernardino

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Preparação do Doente Cirúrgico

“O Ser Humano, quando afectado por uma enfermidade, torna-se vulnerável, razão pela qual merece ser olhado com muito respeito. É um doente, e não uma máquina a ser reparada ou um objecto a ser reconstituído”
“Ele (Ser Humano) está circunstancialmente afectado pela doença, ameaçado, às vezes de invalidez e morte. Isto faz surgir um sentimento de insegurança, solidão, medo e desamparo, levando-o a procurar na Equipa de Saúde não apenas a sua cura, mas também segurança, afecto e solidariedade.”

  (Silva e Nakata, 2005)



Cirurgia=Desconhecido=Ameaça
-…de morte
-…de perda de capacidades
-…de perda de funções (Ex: de papel parental)
-…de perda de controlo
-…de perda de capacidade de sustento
-…de dor


  Cirurgia= Ansiedade

A forma como cada um encara uma cirurgia depende de inúmeros factores:
-Do tipo de doença /cirurgia
-De experiências prévias (próprias, de familiares ou conhecidos)
-Do estado físico do doente (co-morbilidades, medicação habitual…)
-Do estado psicológico e mental do doente (ansiedade, depressão, fobias, psicoses..)
-Da idade
-Das expectativas / esperanças em relação à cirurgia
-Das características sócio-económicas e culturais do doente / família
-Do conhecimento relativo ao momento pré e peri-operatório

É, então, fulcral…a relação do doente / família com a Equipa de Saúde!



Assim, não basta seguir protocolos. Deve haver equilíbrio entre as rotinas inerentes a cada serviço e a cada cirurgia e a individualidade de cada pessoa que vai ser operada.
Cuidados de enfermagem comuns:
-Medicação pré-anestésica
-Anamnese (incluindo alergias)
-Avaliação de sinais vitais
-Tricotomia
-Banho
-Remoção de próteses e ortoteses
-Remoção de verniz
-Remoção de jóias
-Retirada de roupa interior / utilização de bata cirúrgica
-Jejum
-Preparação GI
-Colocação de cateteres (acesso venoso, algália, SNG…)
-Transporte até ao BO

“É imprescindível associar, ao exercício profissional, a tecnologia e o conhecimento da personalidade do paciente, mantendo a assistência digna a quem tem sentimentos e racionalidade, e não a um amontoado de sinais, sintomas e reacções.”   (Zen e Brutscher, 1986)
“Para que consigamos humanizar o atendimento de enfermagem, é preciso que a equipa seja consciencializada e preparada para fazer a diferença no cuidado, passando a entender o paciente de forma humana.”
        (Bedin, Ribeiro e Barreto, 2005)
“Um bom relacionamento entre enfermeiro e paciente reduz o impacto da cirurgia e as possibilidades de complicações, além de promover uma adaptação mais rápida…”   (Teixeira, 1994)


Sistematização da Assistência de Enfermagem Peri-operatória (Brasil, 2000)
-Não é considerada um protocolo ou norma, mas uma forma de atendimento integral e individualizado ao doente cirúrgico

-5 etapas:
-Identificação do doente e colheita de dados
-Visita pré-operatória
-Implementação dos cuidados de enfermagem durante o acto cirúrgico
-Implementação dos cuidados de enfermagem na unidade de recuperação pós-anestésica
-Visita pós-operatória


Simples de aplicar, adapta-se às necessidades de cada indivíduo, direcciona a prática
Aproxima enfermeiro, doente e família
Permite cuidados baseados em conhecimentos científicos