Mostrar mensagens com a etiqueta 12)Anestesiologia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta 12)Anestesiologia. Mostrar todas as mensagens

sábado, 25 de janeiro de 2014

Anestesia Local - Conceitos


Ausência de sensibilidade dolorosa numa área específica.
Indicações: Pequena cirurgia. Quando a intervenção se limita a uma área muito reduzida.
Aplicação: Tópica; Infiltração dos tecidos superficiais.
Fármacos: Lidocaína, Bupivacaína

Anestesia Regional - Conceitos



Definição: Perda de sensibilidade
Vantagens: Evita os risco da anestesia geral essencialmente em idosos com patologia respiratória e em indivíduos de estômago cheio.

RaquiAnestesia:
- Bloqueio das raízes nervosas raquidianas mergulhadas no líquor, injectando-se aí o fármaco.
- Duração: 1:30’ a 3h
- Complicações: náuseas vómitos, cefaleias e hipotensão
- Contra-indicações: doença cardíaca, hemorragia, choque e infecção

Epidural:
- Punção lombar entre L3 e L5, sem infiltrar a dura mater
- Indicações: Cirurgia obstétrica, ortopedia, ginecologia e urologia.
- Complicações: Hipotensão, bradicardia, lesão da raiz nervosa, lesão da dura mater.
- Contra-indicações: Doença neurológica, hipotensão e alterações da coagulação.

Plexo Braquial:
- Para cirurgias do membro superior.
- Duração: Cerca de 1h 30’
- Via de abordagem: Supra-clavicular e axilar
- Complicações: Pneumotorax e ruptura da subclávia

Endovenosa:
- Para cirurgias do antebraço, mão, perna e pé.
- Duração: Não deve ultrapassar 1h 30’ de garrote
- Complicações: Alterações cardíacas decorrentes da entrada em circulação do anestésico e mais tardiamente compromisso neurovascular

Anestesia Geral - Fármacos Mais utilizados



- Estado de perda de consciência, com ausência de sensações dolorosas, induzida por fármacos.
- Provoca ausência de reflexos e o doente não responde a estímulos, mas recupera facilmente após a supressão dos fármacos que a induziram.

Anestesia Geral Inalatória:
Os fármacos são administrados através de um circuito por onde o doente inspira, associado a um fluxo de O2 programado no ventilador.
Mais usados – N2O, Sevoflurano e Desflurano.

Anestesia Geral Endovenosa:
Midazolam; Fentanil / Remifentanil; Propofol; Rocurónio /Atracúrio


Funções do Enfermeiro de Apoio à Anestesia


Responsabilidades:

  • Manter uma observação e vigilância intensiva;
  • Ter capacidade para despistar sinais e sintomas de complicações que possam surgir;
  • Estar apto a actuar em situações de urgência e emergência; 


Funções:

...na véspera da cirurgia:

  • Consulta o plano operatório;
  • Realiza visita pré operatória.
...no dia da cirurgia:
  • Verifica o plano operatório;
  • Prepara o material necessário para o acto anestésico;
  • Valida a operacionalidade da sala operatória;
  • Acolhe o doente no bloco operatório;
  • Valida com o enfermeiro do internamento a preparação pré-operatória do doente;
  • Transfere o doente para a marquesa operatória;
  • Acompanha o doente para a sala de indução / operatória;
  • Instala o doente na sala de indução / operatória;
  • Colabora na indução anestésica do doente;
  • Colabora no posicionamento do doente;
  • Promove a manutenção da temperatura corporal do doente;
  • Mantém a observação e vigilância intensiva do doente;
  • Previne e minimiza riscos potenciais de incidentes ou de acidentes;
  • Actua em conformidade nas situações de emergência;
  • Colabora no despertar do doente;
  • Transfere o doente para a Unidade de Cuidados Pos Anestésicos.
... após a cirurgia:
  • Realiza a traçabilidade da intervenção;
  • Cumpre o protocolo de higienização da sala de operações e equipamentos;
  • Supervisiona e repõe a sala de operações;
  • Prepara a sala para o próximo doente;
Objectivos da actuação do Enfermeiro de Apoio à anestesia:

  • Colabora na reversão da anestesia e extubação do doente, ou na manutenção da mesma, caso seja necessário manter o doente sedado e com suporte ventilatório no pós-operatório imediato;
  • Assegurar a permeabilidade das vias aéreas;
  • Monitorizar e prevenir a existência de dor;
  • Promover o conforto geral;
Actuação do Enfermeiro de Apoio à anestesia:
  • Preparação de fármacos, se necessário, para a reversão da anestesia e operacionalidade do equipamento de aspiração;
  • Manutenção da estabilidade hemodinâmica;
  • Prevenção e controlo de reacções decorrentes do efeito dos agentes anestésicos (depressão respiratória);
  • Promover o conforto geral;
  • Manutenção da permeabilidade perfusional;
  • Comunicação com os enfermeiros da URPA, para transmitir informações relevantes acerca do estado clínico do doente, de modo a permitir a sua transferência em segurança;
  • Ultimação dos registos das intervenções de enfermagem no intra-operatório;
  • Transferência rápida e segura do doente para a URPA, estabelecendo prioridades em função do estado hemodinâmico do doente

sábado, 11 de janeiro de 2014

GLIDESCOPE: - METODO DE ENTUBAÇÃO POR VIDEOLARINGOSCOPIA

Monitorização BIS em Anestesia


Cada vez é mais frequente utilizar nos Blocos Operatórios a Monitorização BIS da consciencia. Estes monitores da funcão cerebral servem para avaliar os efeitos da anestesia no cerebro, e proporcionam a equipa de anestesia informação adicional relacionada com o nivel adequado da profundidade hipnótica.

Aqui fica um interesante artigo sobre a monitorização BIS 

  

Manual de Instruções: