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quinta-feira, 10 de abril de 2014
domingo, 23 de março de 2014
sexta-feira, 7 de março de 2014
sábado, 22 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
Norma nº 029/2013 de 31/12/2013 - Avaliação pré-anestésica para procedimentos eletivos
Norma da DGS em discussão pública sobre a avaliação pré anestésica para procedimentos eletivos.
domingo, 26 de janeiro de 2014
sábado, 25 de janeiro de 2014
Anestesia Local - Conceitos
Ausência de sensibilidade dolorosa numa área específica.
Indicações: Pequena cirurgia. Quando a intervenção se limita a uma área muito reduzida.
Aplicação: Tópica; Infiltração dos tecidos superficiais.
Fármacos: Lidocaína, Bupivacaína
Anestesia Regional - Conceitos
Definição: Perda de sensibilidade
Vantagens: Evita os risco da anestesia geral essencialmente em idosos com patologia respiratória e em indivíduos de estômago cheio.
RaquiAnestesia:
- Bloqueio das raízes nervosas raquidianas mergulhadas no líquor, injectando-se aí o fármaco.
- Duração: 1:30’ a 3h
- Complicações: náuseas vómitos, cefaleias e hipotensão
- Contra-indicações: doença cardíaca, hemorragia, choque e infecção
Epidural:
- Punção lombar entre L3 e L5, sem infiltrar a dura mater
- Indicações: Cirurgia obstétrica, ortopedia, ginecologia e urologia.
- Complicações: Hipotensão, bradicardia, lesão da raiz nervosa, lesão da dura mater.
- Contra-indicações: Doença neurológica, hipotensão e alterações da coagulação.
Plexo Braquial:
- Para cirurgias do membro superior.
- Duração: Cerca de 1h 30’
- Via de abordagem: Supra-clavicular e axilar
- Complicações: Pneumotorax e ruptura da subclávia
Endovenosa:
- Para cirurgias do antebraço, mão, perna e pé.
- Duração: Não deve ultrapassar 1h 30’ de garrote
- Complicações: Alterações cardíacas decorrentes da entrada em circulação do anestésico e mais tardiamente compromisso neurovascular
Anestesia Geral - Fármacos Mais utilizados
- Estado de perda de consciência, com ausência de sensações dolorosas, induzida por fármacos.
- Provoca ausência de reflexos e o doente não responde a estímulos, mas recupera facilmente após a supressão dos fármacos que a induziram.
Anestesia Geral Inalatória:
Os fármacos são administrados através de um circuito por onde o doente inspira, associado a um fluxo de O2 programado no ventilador.
Mais usados – N2O, Sevoflurano e Desflurano.
Anestesia Geral Endovenosa:
Midazolam; Fentanil / Remifentanil; Propofol; Rocurónio /Atracúrio
Funções do Enfermeiro de Apoio à Anestesia
Responsabilidades:
- Manter uma observação e vigilância intensiva;
- Ter capacidade para despistar sinais e sintomas de complicações que possam surgir;
- Estar apto a actuar em situações de urgência e emergência;
Funções:
...na véspera da cirurgia:
- Consulta o plano operatório;
- Realiza visita pré operatória.
...no dia da cirurgia:
- Verifica o plano operatório;
- Prepara o material necessário para o acto anestésico;
- Valida a operacionalidade da sala operatória;
- Acolhe o doente no bloco operatório;
- Valida com o enfermeiro do internamento a preparação pré-operatória do doente;
- Transfere o doente para a marquesa operatória;
- Acompanha o doente para a sala de indução / operatória;
- Instala o doente na sala de indução / operatória;
- Colabora na indução anestésica do doente;
- Colabora no posicionamento do doente;
- Promove a manutenção da temperatura corporal do doente;
- Mantém a observação e vigilância intensiva do doente;
- Previne e minimiza riscos potenciais de incidentes ou de acidentes;
- Actua em conformidade nas situações de emergência;
- Colabora no despertar do doente;
- Transfere o doente para a Unidade de Cuidados Pos Anestésicos.
... após a cirurgia:
- Realiza a traçabilidade da intervenção;
- Cumpre o protocolo de higienização da sala de operações e equipamentos;
- Supervisiona e repõe a sala de operações;
- Prepara a sala para o próximo doente;
Objectivos da actuação do Enfermeiro de Apoio à anestesia:
- Colabora na reversão da anestesia e extubação do doente, ou na manutenção da mesma, caso seja necessário manter o doente sedado e com suporte ventilatório no pós-operatório imediato;
- Assegurar a permeabilidade das vias aéreas;
- Monitorizar e prevenir a existência de dor;
- Promover o conforto geral;
Actuação do Enfermeiro de Apoio à anestesia:
- Preparação de fármacos, se necessário, para a reversão da anestesia e operacionalidade do equipamento de aspiração;
- Manutenção da estabilidade hemodinâmica;
- Prevenção e controlo de reacções decorrentes do efeito dos agentes anestésicos (depressão respiratória);
- Promover o conforto geral;
- Manutenção da permeabilidade perfusional;
- Comunicação com os enfermeiros da URPA, para transmitir informações relevantes acerca do estado clínico do doente, de modo a permitir a sua transferência em segurança;
- Ultimação dos registos das intervenções de enfermagem no intra-operatório;
- Transferência rápida e segura do doente para a URPA, estabelecendo prioridades em função do estado hemodinâmico do doente
sábado, 11 de janeiro de 2014
Monitorização BIS em Anestesia
Cada vez é mais frequente utilizar nos Blocos Operatórios a Monitorização BIS da consciencia. Estes monitores da funcão cerebral servem para avaliar os efeitos da anestesia no cerebro, e proporcionam a equipa de anestesia informação adicional relacionada com o nivel adequado da profundidade hipnótica.
Aqui fica um interesante artigo sobre a monitorização BIS
Manual de Instruções:
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
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